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Em condições fisiológicas normais, o Antígeno Prostático Específico (do inglês: Prostate Specific Antinen – PSA) é produzido pelas células acilares e epitélio ductal da próstata, com a função de liquefazer o coágulo seminal. Sua meia vida no soro é de 2 a 3 dias.
A Sociedade Brasileira de Urologia orienta que exames preventivos de câncer de próstata sejam realizados periodicamente a partir dos 40 anos (ou antes, quando há casos familiares da doença), pois o diagnóstico precoce é potencialmente curável.
O tecido prostático hiperplásico e neoplásico leva ao aumento na produção de PSA, detectável por exames laboratoriais de alta sensibilidade, como os exames por metodologia ELISA, que detecta concentrações da ordem de nanogramas/mL.
A análise quantitativa de PSA é um diferencial auxiliar no diagnóstico clínico e tomado de decisões médicas imediatas. A quantificação de PSA possibilita a avaliação da extensão do tumor e monitoramento laboratorial de recidivas, pois os níveis séricos de PSA estão diretamente relacionados ao volume do tecido prostático, com concentrações mais elevadas no caso de câncer quando comparado à hiperplasia benigna de próstata.
Na atualidade, especialistas se baseiam em observações clínicas e laboratoriais para considerarem as concentrações sanguíneas de PSA iguais ou maiores que 2,5 ng/mL como indicativo de câncer prostático.
A BioTécnica disponibiliza aos Laboratórios de Análises Clínicas o kit por metodologia ELISA para detecção de PSA total: Antígeno Prostático Específico (PSA), BT41.001.00, com a facilidade técnica de realização do ensaio em apenas 1:15h, em uma técnica de apenas um ciclo de lavagem, com reagentes prontos para uso, utilizando 25 mL de amostra sorológica e calibradores diferenciados por cor. O limite de detecção do produto é de 0,050 ng/mL de PSA total.

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