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Técnicos
Alfa-1 Glicoproteína Acida
Correlação entre as determinações de Alfa-1 glicoproteína ácida e mucoproteínas

30/3/2007 

INTRODUÇÃO

 

Mais de sessenta proteínas já foram identificadas e caracterizadas no plasma sangüíneo. Essas proteínas podem ser grosseiramente divididas em proteínas com que não contém carboidratos (albumina) e em glicoproteínas.

As glicoproteínas são proteínas simples unidas a carboidratos, geralmente, polissacarídeos, ao que se deve a viscosidade das suas soluções; são proteínas formadoras de muco nos tecidos e nas secreções e, do ponto de vista estrutural, intervêm como componentes de ligamentos, tendões, cartilagens, etc.

A alfa-1 glicoproteína ácida (AGPA) também conhecida como orosomucóide, tem uma massa molecular de 44.000, é muito ácida (pH 3,5), possui um alto teor de carboidrato (41%), o que a torna muito estável e muito solúvel passando pelo filtro glomerular em larga extensão, resultando em uma meia vida de apenas 5 (cinco) dias na circulação.

A maior síntese da AGPA é no fígado; também pode ser sintetizada pelos leucócitos e por células tumorais. O nível de AGPA no sangue varia de acordo com o sexo e a idade. A função fisiológica é desconhecida, porém, sabe-se que a mesma pode ligar-se a hormônios como a progesterona, anestésicos, antibióticos, psicotrópicos, anticoagulantes, antiarrítimcos entre outros.

A AGPA é uma proteína de fase aguda como a alfa-1 antitripsina, haptoglobina, ceruloplasmina, fibrinogênio e proteína C reativa. Essas proteínas compartilham a propriedade de mostrar elevações nas concentrações em resposta aos estados de stress ou inflamatório que ocorrem com infecções, ferimentos, cirurgias, trauma ou outras necroses tissulares.

De maneira geral, o aumento das proteínas de fase aguda indica um reforço nos mecanismos de defesa com função de inibir ou neutralizar as enzimas lisossomais liberadas pelos leucócitos fagocitários durante a necrose tissular.

Em nosso meio, é muito comum solicitar-se, entre outros, a determinação de mucoproteínas para o diagnóstico das enfermidades de fase aguda; nesse estudo pretende-se correlacionar as duas metodologias.

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